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A Pracinha


Jamais pensei que desejaríamos tanto

nossa velha rotina, ainda que meio “sem sal”;

que sentiríamos falta de nossa liberdade limitada,

que hoje seria uma liberdade total.

Não tínhamos tudo que queríamos,

como provavelmente nunca iremos ter.

Mas podíamos sair por aí,

mesmo com poucas opções de lazer.

Reclamávamos da vida pacata e a pergunta era:

o que iremos fazer?

Percebemos que o “Quase nada”

daquela pracinha parada,

era a nossa vida!

Dizíamos que vivíamos na roça,

em uma cidade largada, quase esquecida.

Sentávamos nas rodas de amigos,

abraçávamos, eram muitos sorrisos.

Os sorrisos também vivem seus cárceres,

pelas máscaras foram todos escondidos.

A rotina que me faz falta, se foi.

Nada será igual!

Muitas pessoas queridas fizeram a

passagem rumo ao plano celestial.

Estamos sendo convidados para

um encontro com a reflexão: ninguém é uma ilha.

Perto ou longe... precisamos de união.

Alex Konrado

Escritor/artista

Representante da cidade de Comercinho -MG

Instagram @alexkonrado

Facebook Alex Konrado

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